Confiding Feelings...

"And things that don't make sense are always a little deceiving..." (Lights)

Quem quer, dá um jeito. Quem não quer, arranja uma desculpa.


Meu coração teima em sentir, enquanto eu insisto em dizer: Te Amo!



Cuida de mim? Promete? ( euciumento ) 

Cuida de mim? Promete? euciumento ) 

Ele me roubara mais um beijo. Dessa vez tudo aconteceu diferente do normal. Eu estava andando rumo minha casa, e nos esbarramos pelo caminho. Esses encontros sempre foram comuns, por morarmos quase na mesma rua. Ele me viu, veio, e me seguiu. Conversou comigo o tempo todo. Contou sobre o sonho que teve na noite passada, sobre o que acontecia na sua escola, sobre seus amigos e até sobre seu cachorro. Eu o ignorei o tempo inteiro… Sempre achei sua presença tão… Marcante. E eu odeio qualquer pessoa que deixe alguma marca, seja ela boa ou ruim. Percebi que ele desanimava um pouco por causa do meu nítido desinteresse, mas logo enchia-se de animação, e continuava a me seguir.

Atravessamos a rua e seguimos para a calçada da minha casa. Faltavam alguns poucos passos até o meu portão, o que nos dava no máximo 5 minutos de conversa. Me distraí observando as flores da calçada que passávamos, sempre achei lindo o jeito que o os galhos se entrelaçavam formando um teto sobre a calçada. Percebi algo estranho, e vi que ele havia parado de falar já tinha um tempo. Parecia concentrado enquanto olhava para o chão e andava lentamente ao meu lado.

Acelerei e me posicionei na sua frente, interrompendo o seu caminho. Coloquei minha mão sobre seu peito e empurrei de leve, fazendo com que ele desse meio passo para trás. Soltei um “Tá pensando em quê?” enquanto andava para trás e me virava aos poucos. Ele sorriu e acelerou o andar, me segurando firmemente antes que eu pudesse virar meu corpo e continuar a caminhada. “Nisso”, foi o que ele respondeu antes de selar um beijo em minha boca. Soltei um suspiro assim que ele me soltou, e disse olhando tristemente para ele: “Você tem que parar com essa mania.” E foi aí que aconteceu o que eu não esperava. Ele gargalhou, passou a mão pelos cabelos e pareceu inquieto. Chegou perto de mim e retirou as pequenas pétalas de flores que haviam caído em meu cabelo, aproveitando para coloca-lo atrás da minha orelha. Olhou nos meus olhos e pela primeira vez eu deixei de vê-lo como o menino agitado que fala muito. Ele parecia sereno, e calmo. E então, ele me disse docemente: “Não é mania. É amor.” E beijou-me, mais uma vez.

Contos Embriagados. (via contos-embriagados)


Dos vidros redondos fizeram-se escudos. De lado parecia mais fácil e mais bonito. O agradável que sempre mastiguei e em seguida cuspi nos lixões de outrem me fazem cócegas por ora. Mas eu não dou risada. Fácil enxergar que transmutei várias estantes, em outros tempos às gargalhadas estaria. Permaneço mais pesada a cada dia, quando o peso da alma afeta meus pés a vontade de virar redemoinho enferruja tudo o que sou. Vira tudo sombra do que quero ser misturado ao que fui, e é nesse momento que tenho conhecimento dos anseios e fugas. Porque o instinto cigano impregna em mim como o bálsamo nos pés que foram lavados por longas madeixas. E me descubro nesse vulto, me mato aos poucos ao mesmo tempo em que nasço querendo ser. Apenas ser alguma coisa, grande ou pequena, uma vez que minha esquizofrenia existencialista só cessará quando o pó deixar de ser pó. Minha força está no vento.
Bruna Cassiano  (via desvencilhar)

(Source: ultrajes)


Eu chorei, já te contei? Chorei de ciúmes, de saudade, de vontade de estar contigo.